quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Um home office feito com as mãos

Megan Thomas administra um blog e estava em fase inicial de sua empresa. Ela precisava de um retiro de trabalho que pudesse fechar as portas e criar. A designer Marian Parsons criou esse canto especial para a sua cliente, inspirado em fazendas. Com o orçamento apertado a dica da designer é utilizar itens que você possui. Como a poltrona florida encontrada no porão de Megan; que foi o ponto de partida para o escritório; os pratos delicados que pertenciam à sua avó, bens domésticos e até mesmo antiguidades que criam soluções organizacionais mais atraentes. “Para espaços criativos, use peças que você gosta de ver e que inspiram você”, diz Marian. O guarda roupa de segunda mão agora organiza e guarda tudo que Megan necessita. Ele foi pintado de verde para ser o ponto focal. A cadeira do escritório foi reformada e coberta pela cortina que havia no local.







Deposito Santa Mariah 

Apartamento cheio de luz

A história deste apartamento é de uma transformação radical. Desde o início, era um super compartimento e um espaço comercial escuro. Não dá pra imaginar que um lugar assim pudesse se transformar em um lugar iluminado e cheio de personalidade 









Elmueble


Elementos da natureza

O projeto assinado pelo escritório Ana Helena Ferrari Arquitetura para uma mostra tem 90m² e foi enraizado no conceito wabi-sabi nos ideais zen-budistas, que enaltece a história da fazenda, que o espaço faria parte, e valoriza a beleza do existente, mesmo sendo muitas vezes imperfeito. A beleza está nas marcas, na história, mesmo sendo ela imperfeita! Pode ser rústica, natural, pode ser tudo, desde que seja verdadeira, genuína. É no natural que o escritório encontrou os pilares da arquitetura desde refúgio. O espaço torna-se um abrigo, um lugar espiritualizado longe do caos, no qual o contato com os elementos da natureza são indispensáveis para o momento de introspecção. O desafio encontrado pelo escritório foi colocar em prática aquilo que buscamos mesmo que instintivamente em nossos lares. Traduzir o resgate da essência, o encontro com nós mesmos e com as verdades que trazemos desde a nossa infância e além dela.

















Fonte: Casa de Valentina